A partir de hoje os posts serão colocados nesse novo blog:
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valeu
Continuando a história do Donovan, mas primeiro uns esclarecimentos, realmente a mãe do cara só se fudeu, sobre o seu nome, o nome dele é Donovan Goldarm, esse nome se dá devido ao seu crescimento entre os humanos, e não entre os orcs, Orckiller foi como passou a ser chamado após a sua investida contra a fortaleza dos orcs. Sobre a ficha que havia prometido, eu posto depois, fiz esse texto ontem a noite e não deu tempo de construir a ficha a tempo, o sono não deixou, e também tenho de fazer algo consistente, afinal o cara é um dos 10.
Nessa segunda parte da matéria sobre o Donovan, mostrarei o seu ápice e como que por capricho do destino, por não ter mais pra onde subir, so restou ao pobre meio orc, descer, e como ele caiu.

Após sua fama ser feita, Donovan percorreu o mundo trucidando todo tipo de orc que encontrasse, não demorou muito pra ele fazer inimigos cruéis, inimigos esses poderosos e influentes no mundo inteiro. Mas mesmo com todas as adversidades, continuava como uma força da natureza, nada o parava, nem ninguém.
Aos 40 anos de idade, já não se contava quantos caíram perante o seu braço, e o apego pela vida que Donovan o tinha, já não existia mais, a única coisa que o movia por paixão era o calor da batalha e ver seus inimigos caídos a seus pés e suas armas ensangüentadas pelo sangue dos derrotados. Foi mais ou menos nessa época que ele conseguiu inúmeros seguidores, e esses já começavam a se espalhar por todo o continente, rápido como seus golpes. Seus discípulos passaram a ser conhecidos como “Os Sedentos”.
Mais alguns anos se passaram, Donovan estava com 60 anos de idade, mas seu braço continuava poderoso, sua mente não. E uma das personalidade de Donovan, que praticamente não aparecera nesses últimos 40 anos voltou à tona, mais forte do que nunca, e essa foi a sua ruína. Cada vez mais recluso em sua fortaleza, localizada numa das mais altas montanhas do continente de “Duanthal” ele foi tomado por sua loucura, sua mente frágil via inimigos por todos os lados, já não recebia quase ninguém em seus aposentos, descendentes nunca teve por não querer um lado fraco a ser explorado pelo inimigo, amigos, não lembra nem se o fez nesse tempo todo, e pela primeira vez em 60 anos, Donovan chora e se perde dentro de si mesmo.
Durante mais ou menos 8 anos, ninguém mais o viu, a não ser seu conselheiro, conhecido entre os seus, simplesmente como “O Agourento”, por sempre trazer maus presságios, mas por algum motivo Donovan confiava em seu aliado. Durante esse tempo, ordens eram dadas em seu nome pelo conselheiro para atacar terras vizinhas e através da força, aumentar seu território. E foi feito com sucesso, nenhum reino próximo era páreo para “Os Sedentos”, homens loucos por guerra, viviam para aquilo, e mais nada sabiam fazer. O império do novo tirano crescia vertiginosamente e era governado com mãos de ferro, a única lei era a palavra dele e qualquer tipo de resistência era considerada como o maior dos crimes, e punido de acordo. Campos de contenção cada vez maiores foram criados, para punir aqueles que ousavam se rebelar.
Aos 70 anos de idade já não era possível reconhecê-lo, do homem austero e imponente em sua juventude a um velho decrépito e corcunda, a idade não fora gentil com Donovan, é quando ele percebe que não duraria muito mais tempo, mas ele resolve mudar isso, ele iria viver mais, muito mais, mesmo que pra isso outros tivessem que perecer, gastou fortunas de reinos inteiros em pesquisas, trazia dos mais longínquos lugares sábios que pudessem lhe oferecer a vida eterna, ou um rejuvenescimento constante, vidas foram sacrificadas em rituais macabros em seu nome e em nome de deuses a muito esquecidos. Mas nada fazia o tempo parar, nada era capaz de deter a mão da morte que se aproximava cada vez mais do tirano. E tal frustração gerava ataques de fúria no debilitado monarca que acabava por machucar a si mesmo em tais possessões.
Dez anos se passaram e nada de sucesso, suas prisões já não estavam mais tão cheias, quase todos os presos eram usados como cobaias em seus experimentos. Todos em vão. Ao perceber que pela primeira vez desde o ataque orc à sua vila, ele era incapaz, Donovan definhou e resolveu dar cabo de sua vida, e o fez.
Milhares de anos se passaram, seu reino já não mais existia, “Os Sedentos” aos poucos foram derrotados, pois seu líder não estava mais com eles, “O Agourento” desapareceu depois de alguns anos de sua morte. Poucos sequer lembravam teu nome; canções, somente dos menestréis mais velhos e esses já não durariam mais muito tempo, seu nome seria esquecido.
Ainda não.
Durante toda a vida de Donovan ele fora minuciosamente observado pela entidade maléfica, ela estava escolhendo seus campeões, e Donovan seria um deles, mas ele precisava ser refinado, precisava ser corrompido, não poderia ter um traço sequer de humanidade para ser um dos escolhidos, mas durante a sua vida, a entidade enxergava nele um lado bom, uma fagulha que ainda existia dentro dele, que precisava ser extinta, e somente após seu suicídio tal bondade não existia mais.
Era hora de Donovan levantar-se. Seu rugido de batalha seria novamente ouvido, sangue voltaria a ser derramado.
Pra começar a falar da Guerra da Fúria primeiro preciso falar dos 5 escolhidos por cada entidade, o primeiro que vou descrever é o guerreiro que mais se destacou por sua ascenção e por sua queda, de um mísero fazendeiro a herói, de herói a um dos maiores vilões que os dois mundos ja conheceram.

Donovan nasceu de um parto prematuro, filho de uma humana com um orc, oriundo de um ato de estupro, sempre foi revoltado com sua metade não humana e supria um ódio incomensurável pela raça em questão. Franzino e motivo de piadas por todos do vilarejo, seu ódio so aumentava e o tornava cada vez mais centrado no seu próprio mundo. Ao passar dos anos sua mente foi se reclusando e por algum motivo várias facetas de sua personalidade vieram à tona. Ora se tornava uma criança meiga e procurava o colo de sua mãe, ora uma criança metodista e fria, sempre procurando os mais velhos que lhe fossem úteis em ensinamentos militar, embora quase sempre fosse rechaçado por ser fruto do que é, ora uma fúria incontrolável se apossava dele e por causa desses ataques ele era surrado por vários de seus compatriotas mais velhos.
Quando já com 22 anos, seu vilarejo foi atacado novamente por uma tribo de orcs ensandecida, quase todo mundo foi morto durante o ataque, sua mãe foi uma delas, Donovan tentou lutar, mas foi em vão, enquanto gritava o nome de sua mãe, os orcs a estupravam na sua frente, e depois de saciados, a degolaram. Ao acontecer isso, Donovan expolodiu em ira e dizimou os orcs em questão de segundos, deixando apenas um deles vivo pra interrogá-lo.
O pobre orc depois de dois dias de tortura falou tudo que sabia, seus superiores, o esconderijo onde estavam, tudo; possuído, Donovan foi em sua empreitada e não teve nenhuma dificuldade em exterminar todos os orcs que estavam nessa fortaleza. Seus feitos foram em pouco tempo espalhados pelo mundo e ele se tornou conhecido como "Donovan Orckiller" pela maioria das pessoas, por outras como "O Assassino da Própria Raça".
Outro dia posto o motivo de sua queda e a sua ficha completa.
Como os personagens não jogam no vácuo, então um mundo tem de ser criado, então como eu sou quase um Tolkien, que resolveu criar um mundo só pra colocar de pano de fundo pra suas línguas que elaborou, eu vou fazer algo tão grandioso quanto (sou modesto).
Alguns anos atrás, quando eu narrava ainda o antigo D&D 3.0, eu comecei a montar um ambiente pra jogarmos, cheio de influências, principalmente de Caverna de Dragão e Senhor dos Anéis, mas com elementos bem originais, criações das quais me orgulho, criações essas que colocarei aqui em breve, se o tempo deixar é claro.
Nesse post de hoje vou tentar descrever primeiro como o mundo em si foi criado, seu nome, e o foco principal em cima de seu “panteão”, isso depois será melhor descrito, mas primeiramente vou mostrar uma visão mais abrangente e resumida.
Primeiro o nome, na época eu optei por Pangea, mas sinceramente, nunca gostei desse nome, e não vou utilizá-lo, engraçado como é trabalhoso dar nome às coisas, após pensar em dezenas de nomes eu escolhi o nome de HIBORIAN, confesso ter forte influencia de Thomas Howard, mas convenhamos, quem não gosta de Conan o Bárbaro que atire a primeira pedra.

No início de tudo só havia duas grandes entidades, mas nenhuma sabia da existência da outra, cada uma delas era completa em si mesma e ao mesmo tempo vazias, pois nada as motivava, até o momento em que as duas se tornaram cientes da outra, finalmente se revelava algo novo. Algo que as levaria a um propósito, se tornar único novamente, a guerra tinha começado. Depois de bilhões de anos de batalha cósmica, os dois seres perceberam que tal batalha nunca terminaria, pois os dois eram iguais, tanto em astúcia quanto em poder. Novamente voltaram à solidão. Muito tempo depois perceberam que as forças utilizadas na guerra haviam criado dois mundos paralelos e iguais, um o espelho do outro, um de lifestream e o outro de deathstream.
E mais uma vez eles tinham algo em que se focar, todos os olhares eram reservados em suas crias, vendo o mundo evoluir e dedicando seus próprios esforços na melhoria da sua prole. Mas, um sentimento que nós humanos conhecemos bem corrompeu um deles, a INVEJA, um deles passou a olhar mais para a criação do outro do que para a sua própria, e isso foi a sua ruína. Enquanto EON fazia com que seu mundo prosperasse, KAIN passou a emanar maldade, inveja e tudo o que de ruim existe para o universo do “irmão”, mas isso não passou desapercebido, temendo algo pior, EON resolveu intervir e desafiou o seu duplo para uma batalha, mas dessa vez seria diferente, eles não mais lutariam entre si, escolheriam seus campeões, dariam enormes poderes a eles, e de uma vez por todas resolveriam tal embate.
Foi criado uma terceira entidade, tal entidade foi chamada de JUIZ, essa entidade iria mediar os confrontos entre tais campeões, decidir o vitorioso e intervir caso necessário. Foi definido um prazo de 50.000 anos para a preparação. Após o prazo estipulado, onde cada um voltou a se dedicar apenas em seu próprio mundo, habitando-o, evoluindo-o e selecionando seus futuros campeões a “Era da Fúria” havia começado, os guerreiros selecionados e de novo o universo iria tremer.
Por enquanto é só, agora é esperar pelo embate.

Vou começar do começo, hehehe.
O grupo iniciante foi composto por Alancarte (Gnoll Ranger), Bean (Half-Elf Bard) e Marcel (Goliath Barbarian), comecei explicando o que aconteceu com eles antes da narração, como uma prévia do que estava por vir, eles foram contratados para reaver uma espada amaldiçoada e junto a eles foram mais 2 NPC's, esses desapareceram após um tempo e sem a menor explicação.
Quando voltaram à cidade, notaram que os olhares das pessoas estavam um pouco estranhos, mas nada que fosse inportante, mas pela manhã, após receberem uma carta no mínimo estranha, eles viram que a cabeça deles estava a prêmio. Acusados por um crime que não cometeram.
Resolveram investigar mais a fundo e colheram informações com o manda-chuva de uma guilda de ladrões da região e souberam que pessoas se fazendo passar por eles assassinaram um clérigo da Ordem de Pelor e jogaram sua cabeça na escadaria do templo, mas o motivo de tal ato ainda era obscuro. Então para não serem presos acharam melhor saírem da cidade e encontrar a pessoa que havia mandado a correspondência pra eles pela manhã. Mas, como não seria sábio andar pela cidade com a cara limpa, saíram pela porta dos fundos - leia-se "esgotos".
Nos esgotos conheceram um cara estranho, que não sabia falar e era cego, não sabia nada sobre seu passado e essa estranha criatura tinha um poder de encantar os ratos, o homem-rato ajudou os PC's a saírem da cidade pois sabia os caminhos do esgoto como a palma das mãos.
Após a saída da cidade foram ao encontro do estranho que parecia saber sobre alguma coisa e quando o encontraram a verdade veio à tona. Tudo fazia parte de um grande plano de uma raça que tem o estranho poder de se transformar e assumirem a aparência de qualquer pessoa, eles querem tomar o lugar das pessoas mais importantes da cidade e com isso ter acesso ao imenso poder que isso lhes assegurariam, e os dois NPC's que estavam com o grupo eram dessa raça e ficaram perto deles apenas tempo o suficiente para se certificar que estariam fora da cidade pelo tempo necessário para que os farsantes cometessem o assassinato.
Mas porque isso? O clérigo assassinado descobriu o golpe e antes de transmitir o "Golpe de Estado", foi morto pelos transmorfos, e como um assassinato desses não iria passar desapercebido, eles arrumaram um grupo para servir de bode expiatório.
Então, decidiram investigar melhor e num cemitério próximo acharam vários corpos apodrecidos jogados numa cripta e um deles reconhecido como um grande mercador da cidade, logo, ele já havia sido substituído e o grupo tinha pelo menos uma pista por ande começar a sua investigação.
Até o próximo resumo

Estava pensando numa maneira de nos comunicar, deixar todo mundo por dentro do que esta acontecendo com a campanha e tudo o mais. Portanto, como o orkut esta bloqueado para alguns, então resolvi criar esse blog, assim serve pra outras coisas também.
Um exemplo que eu tava pensando era em colocar aqui um resumo de cada sessão, incluindo também um lugar para cada jogador dizer o que gostaria que tivesse.
Eu aos poucos vou construindo o mundo, mas meu tempo é muito pouco, por isso estou pensando em aproveitar alguma coisa de um outro mundo que criei na época que morava em Tabuleiro.
Bem vamos rolar muitos dados.
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